70 anos de Cinema Gay


Confira os filmes de temática LGBT que marcaram as últimas 7 décadas


70 anos de Cinema Gay: confira os filmes de temática LGBT que marcaram as últimas 7 décadas
O site divulga uma lista histórica, analisando a trajetória desses "ousados" filmes que se atreveram a escancarar seu nome ao longo dos anos.

Atualmente, a questão gay ficou banal em filmes e seriados de TV, principalmente norte-americanos. Mesmo assim, no Brasil ela ainda é tabu, acontece rebuliço e proibição a cada novela que tenta mostrar um beijo gay e até mesmo desenvolver personagens gays.

Felizmente, o cinema sempre foi um território mais livre que a televisão. Portanto, com vocês, a viagem dos filmes gays desde 1940. Malditos, pops, atrevidos, coloridos, musicais, enrustidos, bizarros... 

Anos 40 
Nessa época, nenhum filme gay era produzido. Mesmo assim, houve "Festim Diabólico" (EUA, 1948), baseado em peça de teatro e dirigido por Alfred Hitchcock. Embora o foco central da história seja um assassinato, vale registrar que os autores do crime são dois rapazes (John Dall e Farley Granger), que são namorados. Uma história semelhante geraria o filme "Estranha Compulsão" (EUA, 1959).

Anos 50
Na era de ouro de Hollywood, tudo ainda era transmitido por baixo do pano e ninguém se atrevia a dar nome aos bois. Assim, em "Juventude Transviada" (EUA, 1955), o adolescente Plato (Sal Mineo) nutria uma paixão recolhida e platônica por Jim (James Dean). 

Adaptado da peça de Tennessee Williams, "De Repente no Último Verão" (EUA, 1959) aborda a morte de um rapaz atlético, Sebastian - de quem só vemos as belas pernas e a sunga justa. O moço morreu literalmente comido em um ato canibal, por marginais em uma praia selvagem. O motivo: ele ficou "dando pinta" para os brucutus. A prima (Elizabeth Taylor) é a única testemunha.

Da mesma forma subliminar, o épico "Ben-Hur" (EUA, 1959) mostrava disfarçadamente o romance entre o escravo Ben-Hur (Charlton Heston) e seu amigo Messala (Stephen Boyd). Já em 1960, "Spartacus" (EUA) sugeria relações sexuais entre outro escravo (Tony Curtis) e seu patrão (Laurence Olivier).

Anos 60
Começam a surgir os primeiros filmes que ousam tocar no tabu, principalmente do universo lésbico. "Infâmia" (EUA, 1961), baseado na peça de Lillian Hellman, narra o drama de duas professoras de uma escola (Shirley MacLaine e Audrey Hepburn), acusadas por uma aluna de manterem um caso.

"Apenas Uma Mulher" (Canadá, 1967) mostra o romance entre duas mulheres isoladas em uma cabana. A paz é perturbada por um forasteiro que seduz uma delas e termina matando a outra.

Anos 70
A partir daqui, as portas vão se abrindo, pós-revolução sexual dos anos 60. Começa a ficar cada vez mais frequente a aparição de personagens ou situações gays.

"Os Rapazes da Banda" (EUA, 1970) já abre a década mostrando um grupo de amigos bibas que resolvem comprar um michê para dar de presente a uma bicha velha que está fazendo aniversário. Um clássico que gerou filmes parecidos, como "Some of My Best Friends Are" (EUA, 1971).

No setor underground, pululavam filmes obscuros que já cruzavam a fronteira entre o erótico e o pornográfico, como "Pink Narcissus" (EUA, 1971), um experimento estético antológico, traduzindo em imagens oníricas fantasias sexuais gays. E também "Fortune and Men's Eyes" (EUA, 1971), baseado em texto teatral.

Enquanto isso, na Europa, claro, a coisa rolava muito mais solta. Assim, filmes holandeses como "Louca Paixão" (1973) e "Sem Controle" (1979), ambos de Paul Verhoeven, já traziam personagens bissexuais ou gays, com direito a nu frontal masculino e cenas de sexo quase explícitas.

Na Itália, o grande Federico Fellini traz "Satyricom" (1970), adaptado do romance de Petrônio. Em uma Roma libertina, homens se entregam uns aos outros em saunas luxuosas, e dois belos rapazes passam a disputar a propriedade do ninfeto Gitone.
Também italiano, o cineasta gay Lucchino Visconti realiza diversas obras homoeróticas - as principais, "Morte em Veneza" (1971) e "Violência e Paixão" (1976).

Na Alemanha, "A Consequência" (1977) mostrava um caso de amor gay em meio ao sistema carcerário. Um ano depois, em "O Expresso da Meia-Noite" (EUA, 1978), o protagonista preso em uma cadeia da Turquia se rende a uma noite de amor com outro detento. E a França veio com "A Gaiola das Loucas" (1978), que marcou época.

Na Dinamarca, em 1978, foi realizada a obra prima "You Are Not Alone", sobre uma escola de rapazes no interior do país. Uma joia rara, o filme mostra o romance cândido entre um aluno e o filho do rígido diretor do colégio. Com direito a beijo gay no final - entre atores menores de 18 anos inclusive! Uma façanha que impediu o filme de rodar o mundo - só chegou aos cinemas americanos em 1981. No Brasil, obviamente, jamais foi exibido. Hoje pode ser encontrado em DVD importado ou em downloads na internet.

E até o Brasil arrasou com "A Rainha Diaba" (1973), pós-tropicalista e totalmente gay, atualizando de forma carnavalesca a história do bandido Madame Satã, aqui batizado de Diaba (em grande atuação de Milton Gonçalves).

Também tivemos o obscuro "Os Imorais" (1979), com o lindo Paulo Castelli encarnando um tímido e carente cabeleireiro de um salão da rua Augusta, que se apaixona pelo filho de uma cliente perua.

Mas os EUA também tiveram seus momentos de glória com "Cabaret" (1972), um musical com jeitão de filme europeu - se passa na Alemanha dos anos 30. O professor interpretado por Michael York era gay e tinha casos com aristocratas, enquanto namorava a tresloucada cantora Sally Bowles (Liza Minnelli).

Para encerrar a década, já antecipando o fantasma da Aids que marcaria os anos 80, o diretor William Friedkin - o mesmo de "Os Rapazes da Banda" - realizou "Parceiros da Noite" (EUA, 1979). Na fita, Al Pacino faz um policial hétero que se disfarça de gay e passa a frequentar um bar SM, repleto de homens de couro - tudo para capturar um serial killer que mata gays.

Anos 80
O surgimento da Aids gerou a produção de muitos filmes sobre o tema, como "An Early Frost" (EUA, 1985) e "Meu Querido Companheiro" (EUA, 1989).

Mas apesar da terrível síndrome, o mundo gay cinematográfico nem se abalou e continuou dando close. O diretor alemão Rainer Werner Fassbinder morreu em 1982, e como último filme deixou a pérola "Querelle", adaptada da peça do francês Jean Genet. "Maurice" (Inglaterra, 1987), por sua vez, contava o romance entre dois excolegas de colégio, e o argentino "A Outra História de Amor" (1986), o de um jovem executivo e seu chefe.

Nos EUA, o grande boom foi "Fazendo Amor" (1982). Pela primeira vez, um romance entre dois homens era mostrado de forma humana e sutil, com beijo e tudo.

"O Beijo da Mulher-Aranha" (1985), uma co-produção Brasil-EUA, levou às telas a amizade entre o gay Molina (William Hurt) e o guerrilheiro Valentin (Raul Julia). Hurt ganhou o Oscar.

E não podemos esquecer o surgimento do genial espanhol Pedro Almodóvar. Ao longo dos 80, ele faria obras sempre dialogando com o universo gay. Entre as principais: "Labirinto de Paixões" (1982), "Matador" (1986) e "A Lei do Desejo" (1987).

Anos 90
O chamado boom gay, a descoberta do "pink money", a explosão da cultura clubber - tudo isso levou a uma múltipla produção de cinema gay, de todos os tipos e sabores. O mundo das drag queens gerou "Priscilla, a Rainha do Deserto" (Austrália, 1994) e "Para Wong Foo, Obrigado por Tudo, Julie Newmar" (EUA, 1996). Na mesma linha cômica, os EUA refilmaram "A Gaiola das Loucas" (1996).

No cinema independente, surgiam grandes cineastas como Gus Van Sant, que realizou o deslumbrante "Garotos de Programa" (EUA, 1991), com River Phoenix e Keanu Reeves como dois michês.

A repressão e o preconceito surgem em "O Padre" (Inglaterra, 1994), enquanto os EUA fazem, no mesmo ano, "Filadélfia", com Tom Hanks no papel de um advogado soropositivo - levou o Oscar.

Também levou o Oscar o documentário "Celulóide Secreto" (EUA, 1993), cujo tema era exatamente a questão LGBT na história do cinema.
Vieram os filmes "fofos" com adolescentes, como "Jeffrey" (EUA) e "Delicada Atração" (Inglaterra), e o registro histórico "Stonewall" (EUA), todos de 1996. Também teve as comédias americanas com gays simpáticos, como "O Casamento do Meu Melhor Amigo" (1997). Os filmes de montação pop-rock-glitter, como "Velvet Goldmine" (EUA, 1998) e "Hedwig" (EUA, 2000). E muito mais - seria impossível listar todos os representantes.

Anos 2000
O mesmo se aplica à última década. A produção temática se ampliou de forma incrível, gerando filmes gays em toda parte do mundo e abordando todos os ângulos e aspectos da questão.

Assim, Israel traz o diretor Eytan Fox, que realiza "Delicada Relação" (2002) e "The Bubble" (2006). O canadense Bruce LaBruce, que vinha dos anos 90, aprimora seu cinema terrorista-pornô-gay-explícito, como em "The Raspberry Reich" (2004). O americano John Cameron-Mitchell - de "Hedwig" - realiza o revolucionário "Shortbus" (2006), também com cenas pornôs gays explícitas.

O espanhol Pedro Almodóvar continua em ação e faz suas duas maiores obras-primas - e mais LGBT do que nunca: "Tudo Sobre Minha Mãe" (1999) e "Má Educação" (2004).

A França surge com o belo musical "Canções de Amor" (2008), com Louis Garrel, além do supergay "Homem no Banho" (2010), também com cenas pornôs. Ambos dirigidos por Christophe Honoré.

No Brasil, a situação avançou e assim tivemos "Madame Satã" (2002), de Karim Ainouz, "Do Começo ao Fim" (2008), sobre a relação incestuosa entre dois irmãos, "Como Esquecer" (2010), com Ana Paula Arósio, e agora "Elvis & Madona" (2010), narrando o romance de uma lésbica com uma travesti.

Nos EUA, que continua a indústria de cinema mais influente do mundo, a questão gay volta à tona. O sucesso avassalador de "O Segredo de Brokeback Mountain" (2005) foi um divisor de águas. Tão importante quanto, "Transamerica" (2006) mostra a luta de um transexual para adquirir a identidade feminina. "Milk" (2008), de Gus Van Sant, contextualiza a história de Harvey Milk, o primeiro político abertamente gay a se eleger nos EUA.

Mudaram os enfoques e as tintas, tudo ficou mais político, sinal dos tempos obscurantistas, também no cinema. Mas o importante é que a chama gay continua iluminando as telas, câmeras e projetores. E sempre continuará, afinal, como diz Sally Bowles: "Life is a Cabaret!"

Feliz Páscoa!!


Dieta para Deixar o Esperma Cheiroso e Docinho




Você deve saber muito bem que o sêmen tem aquele cheiro e cor esbranquiçada bem característicos. Além de conter proteínas, vitaminas e minerais, nosso esperma tem um alto teor de frutose, aquele açúcar presente em diversas frutas. Mesmo assim, o fluido não tem nada de doce, muito pelo contrário. Seu sabor costuma ser bem amargo, concorda?

O que você talvez não saiba é que, segundo especialistas, é possível, por meio da alimentação, deixar seu sêmen com um gostinho mais adocicado. Afirma-se até que um esperma mais saboroso é reflexo de uma saúde mais bem cuidada. Se você quer fazer uma experiência, é só acrescentar em sua dieta muito limão, abacaxi, laranja, ameixa, toranja, salsa, coentro, hortelã, chá verde, maçã, canela e cardamomo (nunca comi, obrigado).

No outro extremo da lista há alimentos que poderiam deixar o esperma com cheiro e sabor não tão agradáveis: frango, cebola, alho, carne vermelha, café, chocolate, comidas gordurosas, aspargo e derivados do leite (sem nenhum trocadilho). Bebidas alcoólicas e cigarros também devem ficar fora dos hábitos de quem quer manter um sêmen cheirosinho e gostoso.

Então já sabe, né? Quando for rolar aquele encontro especial, é melhor arrasar nas frutas e temperos naturais e deixar o rodízio de churrasco para outra ocasião.

Dica de Livro - Bom Crioulo




Olá pessoas cheias de cultura que não perdem seu tempo assistindo a novela das oito e preferem ler um livro (mentcheyra)!!! Esse post é pra vocês.

Hoje irei dar inicio a nossa nova coluna "Dica de Livro" onde irei indicar livros com a temática gay, e começaremos por um clássico brasileiro: "Bom Crioulo" deAdolfo Caminha (1895).

Resumo: Amaro é um escravo foragido, que é aceito como marinheiro. Dono de um físico espetacular, másculo e extremamente vistoso (cafuçu do bem) ele ganha destaque entre os outros marinheiros e recebe o apelido de "bom crioulo", até que conhece Aleixo, um adolescente loiro dos olhos azuis por quem se apaixona loucamente (eita.karalheyonw, vai ter séquiço).

Amaro defende seu amado a todo custo e chega a meter-se em brigas por isso, ate que os dois começar a viver juntos, quase como um casal, porem a dona da pensão onde moram, D. Carolina uma ex prostituta (rascha du.mal) resolver por capricho seduzir o pobre jovem Aleixo, que se deixa levar pelos encantos dela. Dai Amaro ...

Tu acha que eu vou contar o resto? Tá loka bee? A historia é boa, tem drama, sexo, putaria e uma rascha pra aputaiar o romance dos dois, e o final ... vô nem contar. Se quiser baixar o livro tem AQUI.

Eu Não Quero Voltar Sozinho - Curta




 A vida de Leonardo, um adolescente cego, muda completamente com a chegada de um novo aluno em sua classe. Ao mesmo tempo, ele tem que lidar com os ciúmes da amiga Giovana e entender os sentimentos despertados pelo novo amigo Gabriel.


FILME


ENTREVISTA COM OS ATORES

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